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Quebranto (2018)

FOTO QuebrantoQuebranto é o mais novo filme de José Sette de Barros, que há muitos anos possuía em sua pequena biblioteca três livros escritos por James Joyce. O Cineasta confessa que sempre que começava a ler desistia de continuar. Não conseguia acompanhar a sua intricada narrativa. Assim Ulisses, Dublinense, Retrato do Artista Quando Jovem e também um Estudo sobre o romance moderno com textos de Ezra Pound, Umberto Eco, Ítalo Svevo, Richard Ellmann, onde encontrei o seu Giacomo Joyce, ficaram adormecidos nas estantes.

José Sette de Barros começou o filme há cinco anos atrás, foi em uma noite de insônia, devorou novamente As Irmãs o primeiro dos contos de Dublinense e fiquei extasiado com o que eu acabara de conhecer. Depois foram vindos de roldão os outros 14 contos restantes e toda obra do genial escritor.

Apaixonado, pela tardia redescoberta, Sette debruçou-se na vida e na obra do renomado escritor, primeiro com os ensaios dos autores acima citados e depois com algumas pesquisas feitas pela internet, podendo assim experimentar o prazer de degustar o texto, a poesia inocente, do Retrato do Artista Quando Jovem e, finalmente, o colosso de Ulisses, o que mais demorou a ler, o mais difícil de ser decifrado.

Como a letra, o texto e a poesia de José Sette de Barros são compostas por imagens e sons, resolvi fazer um esboço do que havia visto e daquilo que mais havia sensibilizado os meus ouvidos em todos os textos e imagens do genial escritor. Frases soltas, deste ou daquele momento retiradas do romance ou dos contos, poemas, e todo erotismo fantástico deste anárquico e misterioso ser, foram enchendo páginas e mais páginas de papéis com a minha confusa caligrafia. No final dessa maratona enlouquecida José Sette de Barros já tinha esboçado o desenho do que viria a ser o primeiro tratamento do roteiro do meu mais ambicioso filme. Sette começou de pronto a ordenar e a digitalizar a urdidura, a trama, que aos poucos, como peças de um quebra-cabeça, tomavam a forma da história que deveria ser contada.

A partir dos movimentos cinematográficos criados pelas imagens que surgiam da leitura de todos os livros traduzidos para o português que intitulou de CONTUBÉRNIO, GNÔMON, SIMONIA, nasceu Quebranto. Um filme das alucinações de Giacomo nas suas duas horas de vida. Giacomo é Jean, que pode ser João, Joãozinho, os três nomes que dei ao nosso enigmático personagem.

O roteiro começa com a apresentação dos três tempos de vida do João, o principal personagem desta história interpretado pelo talentoso ator mineiro Samir Hauaji.

Samir Hauaji
Karine Barros
Vera Valdez
Maria Gladys
Octávio Terceiro
Patricia Niedermeier
Mariana Moraes
Fernando Chagas

Figurações:
Thereza Maron
Carlos
Nico Robertinho Silva
Rodrigo Sebastian
Ciafrino
Arthur Sherman
Thiago Magalhães
Urlem Morráquio
Rodrigo Ferreira
Carolina Dib
Eduardo (Cavideo)
David
José Coelho
Sérvula (rest. Sobrenatural)
Damião Lopes
Luis Rosemberg
Raquel Ribeiro

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Quebranto (2018) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: José Sette de Barros
Roteiro: José Sette de Barros
Produção: Cavi Borges
Direção de Fotografia: Toni Nogueira
Direção de arte: Dri Simões
Produção de elenco: Ana Sette
Produção no set: Carolina Dib
Figurinos: Vera Valdez
Maquiador e cabelo: Othon Spenner
Montagem: José Sette de Barros
Som direto: Urlem Morráquiio e Rodrigo Ferreira
Trilha sonora: Emiliano Sette e José Vieira
Empresa Produtora: Cavideo

Internet:

FACEBOOK – JOSÉ SETTE DE BARROS. https://www.facebook.com/profile.php?id=100002208187734

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3 comentários sobre “Quebranto (2018)

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