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Rain Network

Criada em 2002, a RAIN NETWORK, empresa 100% brasileira, inovou com soluções tecnológicas diferenciadas para o mercado de cinema.

A Rain foi idealizada por seus dois sócios-fundadores, José Eduardo Ferrão, diretor geral e Fabio Lima, diretor operacional.

O objetivo da empresa foi de estruturar uma rede de gerenciamento de conteúdo que viabilizasse tanto a exibição de filmes do cinema independente como a veiculação de comerciais em novos formatos. Dessa forma, promoveram o desenvolvimento das produções independentes e o crescimento do número de salas de cinema no âmbito nacional e internacional.

A escassez de salas para exibição, os custos em dólar para produção de cópias em 35 mm e as dificuldades para tornar lucrativa a distribuição de filmes, foram os principais fatores que motivaram a criação da Rain Network.

Em outubro de 2003 foi feito o investimento no Festival do Rio para demonstrar seu sistema de projeção digital. Foram 18 filmes exibidos no formato digital nas salas Baden Powell e no Cine Odeon; entre os títulos exibidos estavam “Língua” e “Na Onda Certa”. “Língua”, que somente entrou na competição da Première Brasil por estar disponível em digital.

Em maio de 2004, após mais de um ano de planejamento e estudos de viabilidade, a Rain Network iniciou a operação nas salas de cinema.

A Rain incorpora diversas salas em uma única rede que hoje reúne nacionalmente um público segmentado, qualificado e formador de opinião. Nosso negócio está baseado em três pilares de atuação: a distribuição de conteúdo digital para fortalecer o cinema independente de arte, a venda de publicidade para um target de altíssimo nível, instalação de displays para Digital Signage e a comercialização de mídia no Digital Signage.

Atualmente a RAIN BRASIL trabalha com 17 grupos exibidores: Academia, Arcoiris, Armazém Digital, Artfilms, Cine Roxy, Embracine, Espaço de Cinema, Grupo Estação, Lumière, Moviecom,PlayArte, Pandora, Ponto Cine, Reserva Cultural, Sala de Arte, Usina de Cinema e Vitória Cinemas.

Teoria da Cauda Longa
A estratégia de desenvolvimento dos negócios da RAIN se encaixa perfeitamente na teoria da “Cauda Longa”, de Chris Andersen. Segunda essa, quase tudo deve ser oferecido na remota possibilidade de existir um interessado. Dessa forma, a diversificação dos produtos e o acesso são fatores-chave de sucesso para o nosso negócio.

A força 1 representa o desenvolvimento de produtos e rompe a concentração em um único nicho de mercado. Vemos aqui a democratização da produção, adaptada aos diferentes nichos de mercado. Exemplo: desenvolvimento dos softwares de edição. A força 2, por sua vez, que é a democratização da distribuição, promove o maior acesso aos nichos, engordando a “cauda”. A RAIN é o exemplo concreto dessa força no mercado, atuando como um agregador. Finalmente, a força 3, conecta a demanda ao produto. Aqui se encontram os filtros que instigam o consumo, para citar o site google e os blogs.

História do Cinema Brasileiro

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