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RioFilme

Empresa

A RioFilme é uma empresa da Prefeitura do Rio de Janeiro vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e atua nas áreas de distribuição, apoio à expansão do mercado exibidor, estímulo à formação de público e fomento à produção audiovisual, visando o efetivo desenvolvimento da indústria audiovisual carioca.

Fundada em 1992, a RioFilme desempenhou papel fundamental na revitalização do Cinema Brasileiro, e tem mantido sua importância ao longo de sua existência, tendo lançado mais de 300 filmes nacionais no mercado – sucessos de público e crítica, como Baile Perfumado (Paulo Caldas e Lirio Ferreira), Central do Brasil (Walter Salles), Lavoura Arcaica (Luiz Fernando Carvalho), Terra Estrangeira (Walter Salles e Daniela Thomas, distribuição em vídeo), Amarelo Manga (Claudio Assis), entre vários outros. Em 2009, Divã (José Alvarenga Jr.), que fez mais de 2 milhões de espectadores, e Simonal: ninguém sabe o duro que dei (Calvito Leal, Cláudio Manoel e Micael Langer,) documentário com mais de 70 mil pagantes, obtiveram retorno muito superior ao valor investido.

Além da distribuição de filmes, a RioFilme apóia eventos, como festivais, mostras e feiras ligadas ao mercado audiovisual bem como premiações como o GP do Cinema e pré-estreias. Alguns exemplos de eventos apoiados pela empresa são o Festival do Rio, o Curta Cinema e a mostra de documentários É Tudo Verdade, além de premiações e pré-estréias. A RioFilme também tem um longo histórico de fomento à produção independente: entre 1995 e 2008, foram produzidos 91 curtas com verba do Edital para Filmes de Curta-Metragem.

Em 2009, sob nova gestão, a RioFilme passou a atuar como uma agência de desenvolvimento, voltada para o mercado carioca e para o investimento em projetos capazes de combinar valor comercial e artístico. A empresa estabeleceu parcerias estratégicas com três distribuidoras independentes nacionais – Downtown Filmes, Europa Filmes e MovieMobz -, com as quais fechou uma carteira conjunta de lançamentos, que já conta com cerca de 15 filmes previstos até meados de 2010.

A nova administração da RioFilme abriu novas frentes de trabalho e criou projetos estratégicos para promover o desenvolvimento econômico da cidade, por meio de investimentos no setor audiovisual. Firmou parcerias com o Governo do Estado, a partir da Secretaria Estadual de Cultura, e lançou o Rio Audiovisual, uma plataforma criada para abrigar as diversas ações voltadas para a promoção do Rio de Janeiro em outros estados e no exterior, e para a atratividade de produções de fora na cidade.

Além do investimento direto em produção e lançamento de filmes, o plano de investimento 2009/2012 da RioFilme previu a criação de um Funcine (Fundo de Financiamento da Indústria Cinematográfica), o apoio a projetos por meio de editais e o estímulo a iniciativas de democratização do acesso, de promoção da cidade e de melhoria do ambiente de negócios.

Desde 2017, retornou à sua função original, que imprime o seu DNA: a distribuição. O filme Encantados, de Tizuka Yamasaki, foi o primeiro, com estreia em dezembro. Em janeiro foi a vez de Peixonauta, o filme.

Este conjunto de ações, em sintonia com as políticas da Secretaria Municipal de Cultura, visa estabelecer a cidade como pólo latino-americano de cinema, televisão e novas mídias. As metas previstas no contrato de gestão são de dois tipos: eficiência (desempenho gerencial da empresa); e eficácia (impacto no mercado e na sociedade).

História do Cinema Brasileiro

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