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Tatiana Lohmann

Biografia

Tatiana Lohmann é uma cineasta, roteirista, montadora e produtora brasileira nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 1970. Graduou-se em Cinema pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Passando por sonoplastia e produção, especializou-se em Montagem.

Trabalha desde 1989 na área, sendo montadora, diretora e fotógrafa, realizando documentários, videoclipes, programas de televisão e curtas ficções, tanto como freelancer como à frente da Miração Filmes, na qual foi sócia de Sérgio Roizenblit por 10 anos.

Hoje é fotógrafa, montadora e diretora, acumulando também a função de roteirista em seus projetos pessoais. Mistura em seu currículo documentários, videoclipes, videoarte e programas de TV (MTV e TV Cultura), tanto como freelancer como à frente da própria produtora, a Miração Filmes.

Como montadora, Tatiana Lohmann trabalhou com Carlos Nader, Luiz Duva, Carla Gallo e Miriam Schnaidermann.

Como fotógrafa, trabalhou com Marcelo Masagão e Rita Buzzar. Em 1997 ganhou o LINC para realizar o documentário A Vida Entre 4 Paredes, exibido pela GNT.

Em 2000, dirigiu com Tata Amaral o videoclipe Olhos nos Olhos e, dirigindo sozinha e assinando a montagem, Respeito é pra quem tem, do rapper Sabotage, finalista do badalado VMB 2003 da MTV Brasil, entre inúmeros outros trabalhos.

Em 2002, seu curta Medo foi premiado com o 2º lugar na Mostra de Cinema de Santo André.

Dirigiu, fotografou e montou uma das temporadas da série 20 e Poucos Anos para a MTV Brasil. De 2004 a 2006, realizou oito documentários sobre o interior do estado de São Paulo dentro do projeto Terra Paulista, série exibida diversas vezes nas TVs Cultura e Futura.

Desde 2005, desenvolve projetos de vídeo para teatro junto ao Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, grupo paulista premiado e reconhecido como um dos mais importantes da cena contemporânea brasileira.

Em 2011, lançou seu primeiro longa-metragem, Solidão & Fé, vencedor do Prêmio do Júri Popular na Mostra de Cinema de Tiradentes. O filme ficou 10 semanas em cartaz em São Paulo.

Em 2012, dirigiu duas séries na Bossa Nova Filmes para o National Geographic Channel: Tabu Brasil e Reino Animal – Diários de Lawrence Wahba, ambas recordes de audiência do canal em seus segmentos. Participou da equipe do projeto Todas As Manhãs do Mundo, parceria entre a Bonne Pioche (produtora de A Marcha dos Pinguins) e o Canal Azul para a realização de um longa e uma série sobre o amanhecer em 5 diferentes biomas de natureza selvagem ao redor do mundo. A série (da qual foi, em parceria com profissionais brasileiros e franceses, fotógrafa, roteirista e montadora) foi veiculada em 2015 no NatGeo Channel. É também montadora e co diretora do longa, que entrou em cartaz em 2017.

Desde 2012, faz parte do coletivo Manifesto Impromptu, junto com a dramaturga e roteirista Claudia Schapira, o fotógrafo Azul Serra e a diretora de arte Bianca Turner. O primeiro projeto do grupo, a série crônicasNÃOditas, realizada em parceria com o Itaú Cultural, consiste em cinco ficções curtas sobre o período da ditadura militar no Brasil. A segunda série desta parceria com o Itaú Cultural, A Vida Começa…, tem 4 episódios de 15′ e gerou um projeto de longa que foi selecionado para o Laboratório de Desenvolvimento de Roteiros/FSA 2015.

Recentemente montou, com Idê Lacreta, o longa documental Minha Fortaleza – Os Filhos de Fulano, projeto sobre os filhos sem pai de São Mateus, periferia de São Paulo, vencedor do edital de produção do BNDES/2015. O filme mergulha no convívio com 3 famílias típicas das periferias, num modelo que vem crescendo em ocorrência estatística, e que a sociologia chama de famílias monoparentais femininas. Os filhos criados por estas mães que são tudo – provedoras, referência única de afeto e moral – tatuam seus nomes e rostos pelo corpo e comparam as mães à Virgem Maria: amorosa, compassiva, abnegada, Sofredora.

Também realizou o longa SLAM – Voz de Levante, documentário sobre Poetry Slams (batalhas de poesia) realizado em parceria com a Miração Filmes e a Globo Filmes, em codireção com Roberta Estrela D’Alva. O filme mostra a cena das competições de poesia que se expande em São Paulo e atrai poetas e amantes da palavra falada de todos os cantos da cidade, sem distinção de classe social, estilo ou faixa etária, em espaços gratuitos de celebração da livre expressão. O filme viaja aos Estados Unidos, onde nasceu este jogo de criação, o esporte da palavra, e à França, sede da Copa do Mundo de Poesia Slam. No Brasil, ao longo dos últimos conturbados anos, o Slam vem-se firmando também como ágora de manifestação política, lugar de voz de negrxs, mulheres, trans, de todos.

Filmografia

:: Filmografia como Diretora ::

2019 :: Minha Fortaleza – Os Filhos de Fulano
2017 :: SLAM – Voz de Levante
2011 :: Solidão e Fé

:: Filmografia como Roteirista ::

2019 :: Minha Fortaleza – Os Filhos de Fulano
2017 :: SLAM – Voz de Levante
2011 :: Solidão e Fé

:: Filmografia como Diretora de Fotografia ::

2017 :: SLAM – Voz de Levante
2011 :: Solidão e Fé

:: Filmografia como Montadora ::

2019 :: Minha Fortaleza – Os Filhos de Fulano
2017 :: SLAM – Voz de Levante
2011 :: Solidão e Fé

:: Filmografia como Produtora Executiva ::

2017 :: SLAM – Voz de Levante

Bibliografia

Livros:

Internet:

HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Tatiana Lohmann. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/tatiana-lohmann/

História do Cinema Brasileiro

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4 comentários sobre “Tatiana Lohmann

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