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Titio não é sopa (1960)

Sinopse

O advogado Luiz se despede da família que vai em férias para Poços de Caldas. Ele é muito amigo de Paulo, um músico e dono da boate Casablanca, montada com o dinheiro que o tio Gregório lhe mandou para a construção de um abrigo de idosos. Paulo, que deveria ter a profissão de corretor de imóveis, fica apavorado quando Luiz lhe entrega uma carta de Gregório comunicando que virá ao Rio com Verinha. Ele faz um acordo com o amigo que, por 10% da herança do tio rico, passará por dono da boate. Gregório quer verificar as obras do abrigo. Julie, namorada de Paulo, o chama ao telefone para surpresa de Vera. Como desculpa, ele diz que é uma possível compradora de um apartamento. Numa obra, ele acerta com Azevedo para que ajude na farsa da obra do abrigo. Na boate, Julie trama com o amante para que Paulo assine alguns papéis que lhe permitam entrar de posse na boate. Para surpresa de Paulo, ele se encontra com Vera na boate; ela diz que não contará nada ao tio desde que possa se apresentar ali. Julie chega neste momento e chantageia o namorado, dizendo que vai contar tudo ao tio. Paulo leva Gregório em visita à obra, sendo ajudado na farsa pelo mestre de obras, Azevedo. Amaro, sogro de Luiz, volta ao Rio para resolver um negócio interrompido. Gregório o manda para a cozinha, onde Luiz se passava por mordomo. Paulo e Vera chegam à casa depois do ensaio, sendo que Paulo estava arrependido pelo que tinha feito com o dinheiro do tio. Gregório vai até a obra sem Paulo, e diz ao engenheiro que deseja ampliar uma parte da construção. O engenheiro o toma por louco e explica que a obra é uma fábrica de biscoito. Azevedo confirma o engodo. Gregório descobre então a verdade sobre Paulo ao ligar para a boate. O tio vai disfarçado como o americano Charles até a boate e pede ao garçom para conhecer os donos, já que está disposto a comprar o local. Vera e Paulo trocam beijos no camarim, enquanto ele se mostra mais uma vez arrependido. Gregório sai para receber informações de um detetive sobre Paulo e Julie e não volta para o almoço. Todos ficam preocupados. À noite chega Gregório disfarçado de Charles. Durante a conversação, Gregório revela sua personalidade verdadeira e perdoa o sobrinho. Luiz e Amaro o cumprimentam pela bondade e o primeiro retoma sua posição de dono da casa. O filme termina com a perseguição de Luiz e Amaro, fantasiados para o Baile do Bola Preta, pela esposa e filha que retornaram de viagem.

Elenco

Procópio Ferreira …. Gregório
Eliana Macedo …. Verinha
Ronaldo Lupo …. Luiz
Herval Rossano …. Paulo
Montez, Nancy (Julie)
Stuart, Afonso (Amaro)
Policena, José (Engenheiro)
Moema, Grace (Emengarda)
Guimarães, Zélia (Isaltina)
Morais, Sonia (Aurora)
Carvalho, Rafael de (Azevedo)
Grijó Sobrinho …. Vizinho
Carvalho, Paulo de (Gaspar)
Mello, Angelito (Paranhos)
Gomes, Delfim (Pedreiro)
Ivantes, Azelita (Beatriz)
Luis Mazzei …. Garçon
Chiquinho …. Garçon

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Titio não é sopa (1960) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Eurides Ramos
Argumento: Eurides Ramos e Victor Lima
Roteiro: Eurides Ramos e Victor Lima
Diálogos: Eurides Ramos e Victor Lima
Adaptação: Eurides Ramos e Victor Lima
Estória:Baseada na peça teatral Aí vem a aurora de Henrique Marques Fernandes
Continuidade: Lester, Arlete
Coreografia: Nogueira, Helba
Direção especializada: Hélio Barrozo Netto
Produção: Oswaldo Massaini
Direção de produção: Alipio Ramos
Produtor associado: Alipio Ramos e Eurides Ramos
Assistência de produção: Macedo, João
Direção de fotografia: Hélio Barrozo Netto
Câmera: Gonçalves, Antonio
Assistência de câmera: Araujo, José Assis
Eletricista: Neves, Victor
Direção de som: Gomes, Antonio
Montagem: Hélio Barrozo Netto e Wilson Monteiro
Cenografia: Macedo, Benedito; Carias, Paulo
Montagem de cenário: Silva, Vinicio
Maquiagem: Campesatto, Raimundo; Carias, Paulo
Guarda-roupeira: Santos, Euracy
Arranjos musicais: Radamés Gnatalli e Vicente Paiva
Companhia Produtora: Cinedistri Ltda.
Companhia Distribuidora: Cinedistri Ltda.

Canção
Título: Quero beijar-te as mãos;
Autor da canção: Carvalho, Arcenio de e Faissal, Lourival;
Intérprete: Silva, Anísio;

Título: Mamãe eu quero;
Autor da canção: Paiva, Vicente e Calazans, José;
Intérprete: Eliana;
Orquestração: Pachequinho

Título: Baiano burro nasce morto
Autor da canção: Macedo, Waldeck Artur de
Intérprete: Gordurinha e Tupinambás, Mário

Bibliografia

Fontes utilizadas:
Material examinado
Certificado de Censura Federal
CENS/I
Press-release
FR-LFM/ECB

Fontes consultadas:
ACPJ/I
ALSN/DFB-LM

Livros:

Internet:

ANCINE. Disponível no endereço: http://sad.ancine.gov.br/obrasnaopublicitarias/pesquisarCpbViaPortal/pesquisarCpbViaPortal.seam. Acesso em: 26.01.18.
HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO. Titio não é sopa. Disponível no endereço: http://www.historiadocinemabrasileiro.com.br/titio-nao-e-sopa/

Observações:
Hélio Barrozo Netto dirigiu os números musicais.
A música Quero beijar-te as mãos foi gravada pela Odeon, e Baiano burro nasce morto gravação da Continental, com cessão do intérprete Mário Tupinambás pela Rádio Nacional.
A peça teatral em que o filme foi baseado teve outros títulos como Amigo da onça, Espírito de porco ou Seu Gregório chegou.
ACPJ/I informa na ficha técnica: produção da Cinelândia Filmes; Oscar Nelson como gerente de produção; sonografia de Hélio Barrozo Netto; cenografia de Nicolas Lounine; músicas de Jararaca e Assis Valente; juntamente com a fonte FR-LFM/ECB acrescenta ao elenco Wilson Grey. Baseado na peça teatral Aurora. Entre os intérpretes acrescenta Os Lunáticos.
A fonte ALSN/DFB-LM datou o filme para 1959.
Material examinado com 2.189m.

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