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Toda nudez será castigada (1972)

Herculano volta para casa num dia comum, mas ao chegar encontra uma fita em que Geni, desesperada, narra-lhe a história subterrânea do casal. Antes da morte da esposa, Herculano jurou amor eterno. Mas com o passar do tempo, a jura se torna um fardo insuportável, sobretudo com a presença de Geni, prostituta contrada por Patrício, irmão de Herculano e grande boêmio, para solucionar os problemas do irmão mais velho. Após o encontro com Geni, a angústia de Herculano se transforma em amor louco. Entretanto, a volta de Serginho, filho de Herculano, ameaça o enlace definitivo do casal. A presença do rapaz impossibilita o casamento até o dia em que ele conhece Geni e lhe propõe um relacionamento amoroso às escondidas do pai. O triângulo amoroso parece estabilizado até que Serginho resolve viajar para experimentar novos ares.

Elenco

Paulo Porto …. Herculano
Darlene Glória …. Geni
Paulo César Pereio …. Patrício
Isabel Ribeiro …. Neneca
Elza Gomes …. Primeira tia
Henriqueta Brieba …. Segunda tia
Pereira, Orazir (Ladrão boliviano)
Sérgio Mamberti …. Odésio
Pera, Abel
Onofre, Waldyr
Orlando Bomfim
Saul Lachtermacher
Mitota

Apresentando:
Paulo Sacks …. Serginho

Participação especial:
Hugo Carvana …. Comissário

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Toda nudez será castigada (1972) que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: Arnaldo Jabor
Roteiro: Arnaldo Jabor
Estória Baseada na peça teatral de Nelson Rodrigues
Assistência de direção: Emiliano Ribeiro
Continuidade: Leilany Chediak
Produção: Arnaldo Jabor
Direção de produção: Saul Lachtermacher e Abigail Pereira Nunes
Produção executiva: Paulo Porto
Produtor associado: Freire, Nélio
Equipe de produção: Guerra, Flávio; Galvão, Adiramar; Guerra, Fernão; Schlömer, Joni
Direção de fotografia: Lauro Escorel
Câmera: Lauro Escorel
Assistência de câmera: Ronaldo Nunes
Fotografia de cena: Laclette, Renato
Iluminação: Lauro Escorel
Eletricista: Medeiros, Rui; Gomes, Eduardo
Maquinista: Pinheiro, José
Figurinos: Régis Monteiro
Cenografia: Régis Monteiro
Assistência de cenografia: Mello, Inês Cabral de
Maquiagem: Abreu, Ronaldo
Costureira: Saldanha, Edméa
Guarda-roupeira: Lígia, Sônia
Vestuário: Adonis
Montagem: Rafael Justo Valverde
Assistente de montagem: Emiliano Ribeiro e Rubens Amorim
Técnico de som: Alberto Viana
Efeitos sonoros: José, Geraldo
Som guia: Duarte, Jair
Direção musical: Santos, Paulo
Companhias Produtoras: Ventania Produções Cinematográficas Ltda. | Produções Cinematográficas R. F. Farias
Companhia Distribuidora: Ipanema Filmes

Financiamento/patrocínio: Embrafilme – Empresa Brasileira de Filmes S.A.

Dados adicionais de música
Título da música: Zum;
Música de: Astor Piazzola;

Título da música: Soledad;
Música de: Astor Piazzola;

Título da música: Fuga 9;
Música de: Astor Piazzola;

Título da música: Cantata – Carmina Burana
Música de: Carl Orff

Canção
Título: Adelita;

Título: Bandeira branca;

Título: Detalhes;
Autor da canção: Roberto Carlos e Erasmo Carlos;
Intérprete: Roberto Carlos;

Título: Fumaçê;
Autor da canção: Golden boys;
Intérprete: Paulo César Pereio

Título: Give my regards to Broadway;
Autor da canção: George M. Cohan e Al Jonson;

Título: Do it to it
Autor da canção: Quincy Jones

Prêmios

Diploma de Mérito para os Melhores do Cinema, 1972, SP, de Melhor Atriz para Darlene Glória.
Urso de Prata e Melhor Atriz para Darlene Glória no 23º Festival de Berlim, 1973 – DE.
Premiado no Festival Internacional de São Francisco, 1973 – US.
Prêmio Coruja de Ouro, 1972 do INC – Instituto Nacional de Cinema, de Melhor Filme; de Melhor ator para Paulo Porto; de Melhor Atriz para Darlene Glória; de Melhor atriz coadjuvante para Elza Gomes e de Melhor Cenografia.
Melhor Filme; Melhor atriz para Darlene Glória e Melhor Música para Astor Piazzola no I Festival de Gramado, 1973, RS.

Bibliografia

Livros:

MARQUES, Aída. O Cinema de Nelson Rodrigues. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2013.

Fontes utilizadas:

CB/Transcrição de letreiros
CB/FIBRA
Guia de Filmes, 44
Filme Cultura, n. 24, 1973, p. 61
Jornal da Tarde, 16.11.1998
A Gazeta, 11.05.1973
Correio do Povo, 27.08.1981
CCSP/LMP
Press-release Eu sei que vou te amar

Fontes consultadas:

ACPJ/II
O Estado de S. Paulo, 06.02.1980 e 03.07.2002
ALSN/DFB-LM

Observações:
Filme Cultura, n. 24, 1973, p. 61, cita que a atriz foi aclamada a melhor atriz no Festival de Berlim, 1973, pelos representantes da imprensa internacional.
Jornal da Tarde de 16.11.1998 informa que a obra de foi lançada em DVD, sendo o primeiro cineasta brasileiro a ter sua obra disponibilizada neste formato.
Press-release (Eu sei que vou te amar) informa que o filme foi distribuido em 12 países, para cinema e televisão.
vestiu os atores.
Este filme foi parcialmente financiado pela .
Guia de Filmes informa produção executiva de
e e no elenco.

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