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Um homem tem que ser morto (1973)

Sinopse

POSTER Um homem tem que ser mortoHasting, o homem de confiança de Simon, presidente da Organização, candidata-se às eleições por sentir que o regime não tem condições de sobrevivência. Sem apoio do povo, Simon se elege fraudulentamente. Hasting, perseguido, é obrigado a exilar-se. Do exílio, através de várias tentativas armadas, tenta recuperar a posição que ganhou legitimamente. Tudo fracassa em virtude da infiltração de homens de Simon em suas filieras. Alguns anos mais tarde, Hasting é atraído à fronteira de seu país por Kramer, pois, segundo este, existem armas e homens suficientes para derrubar Simon. Hasting aceita o plano, mas, no local combinado, descobre que se trata de uma cilada para eliminá-lo. Depois de uma perseguição de automóvel, Hasting é assassinado e enterrado perto de um rio, juntamente com sua secretária.

Elenco

Geraldo Del Rey
Bernhardt, Suzana
Hoeper, Ricardo
Munhoz, Loreni
Machado, Pedro
Rocha, Alventino
Neves, Luiz Carlos
Carvalho, Jaime de
Bastide, Ruy
Ribeiro, Zeno

Ficha Técnica

Por trás dos filmes, além dos atores, dos figurinos, das câmeras, da arte, do som e de outros elementos mais facilmente perceptíveis na construção qualquer longa metragem, há também um verdadeiro exército de profissionais dedicados a viabilizar cada detalhe do intrincado quebra-cabeça artístico, operacional, logístico e financeiro da produção audiovisual.

Veja logo abaixo a equipe técnica de Um homem tem que ser morto que o portal História do Cinema Brasileiro pesquisou e agora disponibiliza aqui para você:

Direção: David Quintans
Argumento: Nepomuceno, Nilton E. e David Quintans
Roteiro: David Quintans
Direção de fotografia: Ostrovski, Alexandre
Montagem: Mourão, Dora
Assistente de montagem: Leone, Eduardo
Companhia(s) produtora(s): Reflexo Filmes Produtora e Distribuidora Cinematográfica
Companhia(s) distribuidora(s): U.C.B. – União Cinematográfica Brasileira S.A.

Bibliografia

Internet:

.

Fontes utilizadas:
Guia de Filmes, 79
ALSN/DFB-LM

Fontes consultadas:
ACPJ/II

Observações:
ACPJ/II grafa o nome de Alexandre Ostrovsky como Alexandre Ostrowsky.

História do Cinema Brasileiro

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